domingo, 5 de fevereiro de 2012


Aqui não foi mantido o clichê...

Não aconteceram as famosas perguntas: “qual seu defeito?”, “Por que saiu da sua última empresa?”, “o que você espera da empresa?”, “o que você tem para oferecer?”...

Se me perguntarem se eu gosto do que faço, direi que não...

Eu não me detenho em simplesmente responder a uma determinada questão,  eu vou além, eu quero saber o motivo de ter surgido aquela dúvida e quando se vai em busca da resposta de um “por quê?” surgem inúmeros outros por quês para serem respondidos.

Durante o período de uma determinada pesquisa, altero dados constantemente. Enquanto tenho prazo, vou refazendo, ainda assim, quando entrego o trabalho “pronto”, supostamente dizendo, tenho vontade de pegá-lo de volta, pois acredito que poderia melhorar o resultado.

Esse pensamento remete à Sócrates...

Com isso a entrega é contínua e constante, é o mesmo que perguntar se eu gosto de respirar... Vou dizer que não, mas se eu parar eu morro...

LAYLA... Tudo lembra você...

Enquanto escrevia passava um filme no qual um garoto "perdeu" sua cadela por ela estar velha e doente. Ainda me sinto culpada por não ter dado atenção suficiente para você... Deveria ter ido mais vezes ao veterinário, afinal você já era uma "senhora idosa", deveria ter pedido mais exames... deveria ter percebido o seu pedido de socorro... (lágrimas...) Filha, me perdoe... Não fui uma mãe exemplar, mas amei muito você... e sempre vou amar... seu cantinho estará sempre reservado em meu coração... Acho que você foi a filha que eu nunca vou ter... Só Deus sabe...

LAYLA... Céus e terras passarão, mas suas lembranças não se apagarão...

Layla são 10 dias sem você... Como você faz falta... Hoje assisti ao filme “Alvin e os esquilos” e o David disse que os esquilos são seus filhos... Talvez a arte esteja imitando a vida, talvez não seja só eu que sinta esse amor enorme por um animal que fez companhia por todos os anos de sua vida demonstrando amizade e fidelidade... Você me fez feliz demonstrando seu amor por 11 anos assim como Hatikô esperou seu dono pelos mesmos 11 anos em frente a uma estação de trem... Vocês têm um amor incondicional... Filha, eu amo você... Saudades...

LAYLA... São para você!

Filha, você está à sombra de uma goiabeira, à poucos metros da praia, cercada por um riacho e uma imensidão verde do jeito que você gosta! Vários amiguinhos brincarão com você!
É um lugar bem calmo...
Eu e o Lucas resolvemos deixar seu cantinho mais lindo, plantamos um trevo de quatro folhas e uma muda de abacateiro!
Só é um pouco longe de onde moramos, mas sempre que pudermos vamos visitá-la!

LAYLA... Minha filha canina...

Layla, minha “filha” canina... Depois de 11 anos você disse adeus... Descanse em paz... Sinto sua falta... Estou vendo sua sombra em todos os cantos da casa... Espero que tenha gostadodo seu cantinho...