Aqui não foi mantido o clichê...
Não aconteceram as famosas
perguntas: “qual seu defeito?”, “Por que saiu da sua última empresa?”, “o que
você espera da empresa?”, “o que você tem para oferecer?”...
Se me perguntarem se eu gosto do
que faço, direi que não...
Eu não me detenho em simplesmente
responder a uma determinada questão, eu
vou além, eu quero saber o motivo de ter surgido aquela dúvida e quando se vai
em busca da resposta de um “por quê?” surgem inúmeros outros por quês para
serem respondidos.
Durante o período de uma
determinada pesquisa, altero dados constantemente. Enquanto tenho prazo, vou
refazendo, ainda assim, quando entrego o trabalho “pronto”, supostamente
dizendo, tenho vontade de pegá-lo de volta, pois acredito que poderia melhorar
o resultado.
Esse pensamento remete à
Sócrates...
Com isso a entrega é contínua e
constante, é o mesmo que perguntar se eu gosto de respirar... Vou dizer que
não, mas se eu parar eu morro...
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