domingo, 5 de fevereiro de 2012


Aqui não foi mantido o clichê...

Não aconteceram as famosas perguntas: “qual seu defeito?”, “Por que saiu da sua última empresa?”, “o que você espera da empresa?”, “o que você tem para oferecer?”...

Se me perguntarem se eu gosto do que faço, direi que não...

Eu não me detenho em simplesmente responder a uma determinada questão,  eu vou além, eu quero saber o motivo de ter surgido aquela dúvida e quando se vai em busca da resposta de um “por quê?” surgem inúmeros outros por quês para serem respondidos.

Durante o período de uma determinada pesquisa, altero dados constantemente. Enquanto tenho prazo, vou refazendo, ainda assim, quando entrego o trabalho “pronto”, supostamente dizendo, tenho vontade de pegá-lo de volta, pois acredito que poderia melhorar o resultado.

Esse pensamento remete à Sócrates...

Com isso a entrega é contínua e constante, é o mesmo que perguntar se eu gosto de respirar... Vou dizer que não, mas se eu parar eu morro...

Nenhum comentário:

Postar um comentário